João Negreiros nasceu em Matosinhos a 23 de Novembro de 1976.
O escritor português foi o primeiro classificado no Prémio Internacional OFF FLIP de Literatura (Brasil,2009).
Em Portugal, entre outros prémios, João Negreiros venceu o Prémio Nuno Júdice.
Na área do teatro, a sua obra foi crescendo, tendo hoje quatro peças editadas, “Silêncio” e “Os Vendilhões do Templo” (2007), “O segundo do fim” e “Os de sempre” (2008).
No âmbito da poesia, publicou três livros: “o cheiro da sombra das flores” (2007, Papiro Editora), seleccionado de entre as melhores obras de poesia ibérica publicadas entre 2007 e 2008 pelo Prémio Correntes d' Escritas de 2009, “luto lento” (2008, Papiro Editora) e “a verdade dói e pode estar errada” (2010, Camões & Companhia).
Em 2010, é editado também o primeiro livro de prosa do autor “O mar que a gente faz”.
Para além de escritor, João Negreiros é actor e tem divulgado a poesia nacional através de espectáculos e vídeos de spoken word. Em 2011, o artista foi o representante da Literatura Portuguesa na 7ª edição do conceituado Festival Internacional das Artes de Castela e Leão.
“Nesta obra encontramos mil e um tesouros, entre eles, a possibilidade de sonhar e voltar a ser criança. Não me recordo da última vez que um livro visitou de forma tão intensa os sentimentos da minha infância.” António Vilaça, Editor (2010, Camões & Companhia)
Livros editados - Poesia
“Parece tudo muito simples, sem qualidades, digamos assim, para usarmos uma expressão que já faz parte do nosso aparato crítico contemporâneo, mas não é. Um homem que manifesta uma relação tão sincera com a Língua Portuguesa só pode ser um verdadeiro poeta. E dizer isto é, para mim, dizer tudo”. António Manuel Ferreira - Prof. Doutor na Universidade de Aveiro (2010, Camões e Companhia)
Livros editados - Poesia - luto lento
«Tal como o seu livro anterior, luto lento não é apenas o Bilhete de Identidade de um grande poeta. É também o passaporte para um universo que tem, apesar de todas as fissuras dos anos, a capacidade de desenterrar os aromas, os sabores e as palavras como se tudo ainda soubesse a infância. Como se tudo ainda pudesse ser dito, escrito, com a voz e os gestos que libertamos quando todos os sonhos ainda são possíveis.» Miguel Carvalho, Jornalista da revista Visão (2008, Papiro Editora)
Livros editados - Poesia - o cheiro da sombra das flores
“Não é comum esta poesia hoje. Não é vulgar, no panorama de nova poesia portuguesa ou, se se quiser, na poesia portuguesa dos mais novos, esta coragem de enfrentar o leitor. Negreiros rasga, fere, incomoda, impacienta. (…) Os outros são, afinal, o alimento da sua poesia, ao contrário do culto narcisista da maior parte da poesia que hoje se faz e se divulga, quase toda já escrita e já lida, onde cada livro tem dificuldade em inovar, em criar diferenças. E é por isso que, citando-o, há sempre lugar para mais um. Mas um que é mais. Um cujo canto é livre em relação a si mesmo e em relação aos outros, um que sobressai do imenso Cancioneiro Geral e medíocre daqueles que não aprenderam ainda a decisiva lição de que se pode cantar com várias vozes na voz com um timbre único e original." Joaquim Pessoa, Poeta (2007, Papiro Editora)
Livros editados - Teatro
O segundo do fim & Os de sempre (2008, Edições TUM)
Livros editados - Teatro
Silêncio & Os Vendilhões do Templo - “Eis uma dramaturgia consciente dos seus poderes cénico-formais e poéticos, das situações que representa e do que nelas se faz matéria de questionamento ou ludicidade, emoção, desejo, compromisso ético. Criando engrenagens interlocutórias e dinâmicas de palco que levam a linguagem, não raro, a lugares de tensão e amenidade contrapostas, encontra nas personagens uma vocação de polifonia que os destinatários mais activos (os encenadores, desde logo) não deixarão de intuir e peculiarizar, num trabalho estético cujo relevo importará reconhecer. Ademais, há nestas peças uma voz em devir. Torna-se curial acompanhá-la.” José Manuel Mendes, Presidente da Associação Portuguesa de Escritores (2007, Edições TUM)
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