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segunda-feira, 18 de maio de 2015

Espectáculo de lançamento do livro "O Manual da Felicidade"

Dia 15 de maio, uma sala cheia de amigos marcou o lançamento d`"O Manual da Felicidade". Foi mágico, simplesmente mágico!!!










quarta-feira, 1 de abril de 2015

Entrevista na RTP Informação


Entrevista de João Negreiros na RTP Informação, no dia 31 de Março de 2015, sobre o projecto "O Manual da Felicidade".

sábado, 29 de novembro de 2014

Novo livro de poesia


É o livro dos pormenores.
É o livro que fala de todas as coisas em que pensamos e que depois esquecemos.
É o livro dos comportamentos injustos que temos para com tudo o que nos inspira e desinspira os dias.
É um livro pensado para seres humanos com uma linguagem quase extraterrestre  porque dá ênfase ao invisível que nos move.
É o livro da esperança e da falta dela.
O livro do amor e da falta dele e, acima de tudo, é a obra que festeja o apogeu da coincidência. O acaso é um milagre porque tudo o que acontece é para ser celebrado.

Livro "o acaso é um milagre" de João Negreiros

sábado, 19 de abril de 2014

"O Sol Morreu Aqui" - romance


O romance “O Sol Morreu Aqui” venceu o prémio literário internacional Dias de Melo de 2012. O júri, constituído por personalidades de reconhecido mérito literário, foi unânime em considerar a obra de João Negreiros merecedora do prestigiado galardão, tendo decidido também apoiar a sua edição. Os membros do júri consideraram que o romance vencedor será “um marco importante na literatura portuguesa", sendo uma obra de “inegável valor literário muito superior à maior parte das que se vão publicando em Portugal”. “O originalíssimo narrador auto reflexivo e subversor da própria narrativa que controla, embora finja muitas vezes que ela se lhe escapa; o desconcertante clima surrealista num livro de sabor realista;  a lúcida dimensão ética que assume;  a forma como, a partir de várias histórias que correm em paralelo, acaba por as tornar numa unidade narrativa; a ironia de uma eficácia rara”;   foram algumas das razões apontadas pelo júri, para declarar a obra como vencedora do concurso.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Novo livro de poesia - "o amor és tu"

O amor é intemporal. Imagina um livro que celebra isso mesmo: celebra a união, a beleza do encontro e a mágoa do desencontro que é só mais uma maneira de adiar a felicidade. Este livro reúne os poemas feitos à medida de todos nós. Nós que somos fortes por amor, fracos por amor, belos por amor, rudes por amor, loucos por amor e, quem sabe até, sábios por amor. Este livro exalta o amor. Se o acharem piegas é de propósito, se o acharem extremo é de propósito, se o acharem agressivo é de propósito, se o acharem desgovernado é de propósito, se o acharem ridículo é de propósito, se o acharem genial é de propósito, se o acharem perfeito é sem querer.
É a prenda justa para quem gostamos, é a prenda certa para quem gostaríamos de gostar, é a prenda exacta para quem ainda não conhecemos. É o livro do carinho dos corpos e da intelectualidade que todos têm à flor da pele.
É um livro de poemas de amor, uma antologia de poemas de amor. Só isso já bastaria, mas talvez seja muito mais.


Leia um excerto desta obra em http://www.saidadeemergencia.com

Livro em pré-lançamento, à venda a partir de 20 de Janeiro.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Crítica do Prof. Doutor António Manuel Ferreira (Universidade de Aveiro) a poemas do livro "a verdade dói e pode estar errada"

O Prof. Doutor António Manuel Ferreira, na apresentação da obra vencedora do Prémio Nuno júdice, considerou quepara situarmos estes textos [presentes no livro "a verdade dói e pode estar errada"] na sua genealogia ético-estética temos de recuar no séc. XX e de revisitar alguns textos essenciais de Fernando Pessoa, nomeadamente, as desalentadas confissões de Álvaro de Campos” e continuou dizendo que os poemas de João Negreiros “integram-se em pleno direito num dos trilhos mais vitais da Poesia Portuguesa.” O Professor da Universidade de Aveiro chegou mesmo a ler alguns excertos do poema "o Outono visto pela janela", que adjectivou como magníficos.

“anda

aconchega-te no mofo do t1

finge que és de antigamente para te dar os beijinhos de quando era pequenino

cheiras à minha avó

à roupa no estendal

à canção do fim dos bonecos

ao banho que está a ficar frio

ao grito do granizo do dia mais longo em que a casa esteve para cair”

Parece tudo muito simples, sem qualidades, digamos assim, para usarmos uma expressão que já faz parte do nosso aparato crítico contemporâneo, mas não é.” O Professor finalizou afirmando que “um homem que manifesta uma relação tão sincera com a Língua Portuguesa só pode ser um verdadeiro poeta. E dizer isto é, para mim, dizer tudo”.